O blog virou chat!


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Comentários

Mário disse…
Giulia, obrigado pelo seu excelente comentário lá em casa. Realmente o assunto não está sendo discutido e esta é a vergonha maior de tudo isso. A FEBEM não resolve o problema e alguém precisaria ter a coragem de colocar as coisas de modo claro, tendo poder eleitoral para tanto. O problema da FEBEM é o mesmo dos presídios: ausência de vontade política para resolver as dificuldades que se tornam maiores pela omissão estatal. Valeu, amiga!
Giulia disse…
Mário, eu entendo que o problema da Febem é pior que o dos presídios, da mesma forma que é mais injusto penalizar o adolescente no lugar do adulto. Essa inversão de valores não me entra na cachola! Este é um País que perdoa seus "Maiores" infratores e acha que vai resolver o problema da violência castigando os "menores". É o reinado da covardia! Você viu agora os professores se queixando das agressões dos alunos?... Passam a vida maltratando as crianças e os adolescentes e quando algum resolve se revoltar fazem papel de vítima. Daqui a pouco vão criar o "Estatuto do Marmanjo Desamparado"... Desamparado nada, eles têm sindicatos poderosos para defendê-los! O aluno não tem ninguém: até o Conselho Tutelar fica do lado da escola e do professor. Quando atearam fogo à lixeira da classe da aluna expulsa, o professor estava em sala de aula e poderia muito bem ter apagado imediatamente o fogo. Nada disso! Saiu tranquilamente da sala, pois o sinal havia tocado e foi dar aula em outra classe. Podemos chamar essa atitude como colocar lenha na fogueira, não? É claro que não houve nenhum incêndio, nada de grave aconteceu, mas até hoje a escola busca um bode expiatório, MENOR DE IDADE, é claro! Já que a garota acusada foi inocentada, agora salve-se quem puder - entre os adolescentes, é claro, pois o professor não foi minimamente questionado...
Esse é o típico "educador" moderno!
Fabiana disse…
Que pena que a coisa chega a tal ponto. Isso por que os brasileiros tem a fama de dizer amém para tudo sem questionar, sem se informar dos direitos que lhe são reservados e claro aqueles com mais instrução tira proveito da situação e quem mais sofre com isso são nossas crianças e nossos adolescentes.
Que são o futuro deste país... que não tenham um futuro mudo, sem voz, sem vez, sem futuro.
alexandre, the great disse…
Olá, Giulia!
Obrigado pela sua generosidade lá no Serjão. Mas mesmo assim restará aquela questão: "DE ONDE VIRÁ O DINHEIRO?" (esta pergunta me lembra algo...)
Afinal não existe "almoço grátis", não é mesmo?

Saudações!
Ricardo Rayol disse…
ahahahahahahahahah tu és muito figura
alexandre, the great disse…
Desculpe, Giulia. Acontece que sou "individualista", portanto todo tipo de "associação" ou "movimento" soa como um amontoado de descerebrados que se unem, bovinamente, para obter aquilo que não tem competência para tentarem sozinhos.
Prefiro "apenas pagar a conta", mas se houver como ficar "isento" garanto que tentarei.

Respeitosamente,

Alexandre, The Great
Giulia disse…
Pessoal, explico: as colocações do Alexandre têm a ver com uma grande brincadeira que está sendo promovida e alimentada na Net por um grupo de "palhaços" entre os quais me incluo. Já que o clima aqui no EducaFórum é de tensão, procuro extravasar de alguma forma. Por outro lado, se alguém ainda não havia descoberto meu lado "palhaço", agora não dá mais pra esconder, rsrs. Afinal, é a alegria que move o mundo. No dia que ela acabar, o mundo também acaba.
Giulia disse…
Hm, parece que esse papagaio deixou todo mundo mudo! Explico a "brincadeira": as pessoas sempre reclamam que este blog é CHATO. Mas ultimamente tem havido bastante interatividade, por isso dá a impressão de estar virando um CHAT, rs

Não deixem eu rir sozinha, será que a piada é tão infame?... Poxa vida, se a Brega pode ter um papagaio, porque eu não?... Buááááá
alexandre, the great disse…
Giulia.
Peço que me desculpe se fui indelicado; não era minha intenção. Tenho senso de humor sim, apenas está "adormecido" por conta do atual quadro político nacional: não há o que se ache graça.

Não me incomodo em ser criticado, aliás prefiro sê-lo.
Um abraço sincero,


Alexandre, The Great