A ponte que partiu


Gente, só conhecendo a Cremilda pessoalmente para saber que ela consegue fazer piada de tudo, quando já não há o que se fazer. Mas essa tirada que ela deu hoje no blog dela é demais. Saboreie sem moderação!

Ontem o Secretario de Educação do Municipio de São Paulo se declarou alarmado com a noticia veiculada em todos os jornais de S. Paulo. Os professores faltam muito mais do que ele podia supor. No Estado a situação é igual. Os pais sabem, só as autoridades, igual a marido traido, são as últimas a saber. Só falta agora tomarem as providências.

Faltam em São Paulo cinco milhões e meio de funcionários por ano. Desses, quatro mil são professores. Os professores faltam tres vêzes mais que os funcionários da saúde e segurança juntos. Entre outras faltas tem a tal da PONTE. Liga o nada a coisa nenhuma. Essas pontes consistem nisso: quando o feriado é no meio da semana os professores emendam e faltam o resto dos dias. Se o feriado é na quarta, eles não vão na quinta e na sexta. Ninguém viu um posto de saúde ou um órgão da segurança pública fechado na quinta e sexta, depois de uma quarta de feriado. Na escola é assim.Fecha a semana toda, e chamam isso de PONTE. É a ponte que partiu a escola. Partiu em tantos pedaços, que agora só muita coragem para juntar os cacos.

Comentários

david disse…
Generalizando com gosto:

Está na moda chefes de executivo que nada sabem, nada veem. Não é interessante como o exemplo vem de cima?
Ricardo Rayol disse…
Vou tentar fazer o mesmo lá na empresa... será que cola?

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