Falando em Pegar Pesado: Que tal dona Eliandra jogar seu diploma de jornalista no lixo e tocar fogo?

Esta foi a matéria da jornalista Eliandra Barbosa, publicada no Jornal O Município de São João da Boa Vista, no dia 5 de maio de 2007
*Os grifos em marrom são nossos
Escola Padre Josué é exposta na internet
05/05/07
ELIANDRA BARBOSA
eliandra@omunicipio.jor.br
Esta semana pais de estudantes, alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Padre Josué Silveira de Mattos, juntamente com o Conselho Tutelar, procuraram a redação do jornal O MUNICÍPIO para prestar esclarecimentos diante de falsas acusações publicadas on line, por meio da rede digital, nos sites http://educaforum.blogspot.com e www.webamigos.net/educaforum.
Segundo a coordenadora da escola, Geisa Peral Gimenes, e as professoras Vaneska Blaschk e Eloísa Helena Ribeiro, diante de um ato indisciplinar de natureza grave, praticado por um aluno daquela escola de atear fogo na sala de aula, a Unidade Escolar, por meio do seu Conselho de Escola, tomou algumas providências necessárias. “Não medimos esforços para averiguar, apurar, esclarecer e tomar as medidas disciplinares cabíveis, de acordo com a lei, sem perder o profissionalismo e o respeito a todos os envolvidos”, relata Geisa. (*quem não conhece a lei não poderia estar no comando de uma escola tratando com adolescentes)
Depois desse episódio, a escola passou a sofrer “calúnias” pela internet. (* as calunias a que se refere é a nossa defesa dos direitos da aluna de se defender!) E, segundo elas, os fatos citados pelos referidos sites não correspondem à realidade. “Os episódios foram baseados apenas sob a perspectiva e depoimento de pessoas que desconhecem os trâmites operacionais que regem a instituição escolar, bem como a legislação vigente, mais especificamente a do Conselho de Escola, através da Lei Complementar 444/85 - artigo 95, Comunicado SE de 31/03/86, Comunicado SE de 10/03/93, Parecer CEE n° 67/98 - Normas Regimentais Básicas, artigos 16 a 19 e Resolução SE n° 41 de 18/03/02”.
Ela acrescenta que, para os funcionários daquele colégio, os referidos sites ainda caluniam a diretora da instituição e, não bastasse, o ataque à Unidade Escolar e Diretoria de Ensino. “Outras publicações nos referidos sites vêm afrontar de forma mais direta o Governo do Estado de São Paulo, através de sua Ouvidoria Pública, bem como, o Conselho Tutelar de São João, no caso em questão”.
DISTORÇÕES
Os profissionais (profissionais???...rs) da escola esclarecem que estas são apenas algumas das distorções, calúnias e difamações que não só o colégio vem sendo indevidamente acusado nos últimos dias. “Poderíamos continuar enumerando todos os outros registros de acusações e, com certeza, defendendo-nos de todos eles, pois em nenhum momento estivemos em desacordo com a legislação vigente, dentro dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da eficiência e de outros princípios que regem e orientam as escolas públicas do Estado de São Paulo”, comenta Vaneska.
Conforme ela disse, tais procedimentos fazem-se desnecessários, pois as próprias leituras das acusações já apontam para pessoas que certamente desconhecem a legislação que rege o Conselho de Escola, os trâmites legais de uma instituição escolar pública e outras instituições da administração estadual. “Além da seriedade e requisitos necessários para investidura de cargo público, fazendo com que os profissionais que nela atuam sejam pessoas que atendam às exigências legais para ocupar profissionalmente e competentemente os espaços a que foram destinados”.
05/05/07
ELIANDRA BARBOSA
eliandra@omunicipio.jor.br
Esta semana pais de estudantes, alunos, professores e funcionários da Escola Estadual Padre Josué Silveira de Mattos, juntamente com o Conselho Tutelar, procuraram a redação do jornal O MUNICÍPIO para prestar esclarecimentos diante de falsas acusações publicadas on line, por meio da rede digital, nos sites http://educaforum.blogspot.com e www.webamigos.net/educaforum.
Segundo a coordenadora da escola, Geisa Peral Gimenes, e as professoras Vaneska Blaschk e Eloísa Helena Ribeiro, diante de um ato indisciplinar de natureza grave, praticado por um aluno daquela escola de atear fogo na sala de aula, a Unidade Escolar, por meio do seu Conselho de Escola, tomou algumas providências necessárias. “Não medimos esforços para averiguar, apurar, esclarecer e tomar as medidas disciplinares cabíveis, de acordo com a lei, sem perder o profissionalismo e o respeito a todos os envolvidos”, relata Geisa. (*quem não conhece a lei não poderia estar no comando de uma escola tratando com adolescentes)
Depois desse episódio, a escola passou a sofrer “calúnias” pela internet. (* as calunias a que se refere é a nossa defesa dos direitos da aluna de se defender!) E, segundo elas, os fatos citados pelos referidos sites não correspondem à realidade. “Os episódios foram baseados apenas sob a perspectiva e depoimento de pessoas que desconhecem os trâmites operacionais que regem a instituição escolar, bem como a legislação vigente, mais especificamente a do Conselho de Escola, através da Lei Complementar 444/85 - artigo 95, Comunicado SE de 31/03/86, Comunicado SE de 10/03/93, Parecer CEE n° 67/98 - Normas Regimentais Básicas, artigos 16 a 19 e Resolução SE n° 41 de 18/03/02”.
Ela acrescenta que, para os funcionários daquele colégio, os referidos sites ainda caluniam a diretora da instituição e, não bastasse, o ataque à Unidade Escolar e Diretoria de Ensino. “Outras publicações nos referidos sites vêm afrontar de forma mais direta o Governo do Estado de São Paulo, através de sua Ouvidoria Pública, bem como, o Conselho Tutelar de São João, no caso em questão”.
DISTORÇÕES
Os profissionais (profissionais???...rs) da escola esclarecem que estas são apenas algumas das distorções, calúnias e difamações que não só o colégio vem sendo indevidamente acusado nos últimos dias. “Poderíamos continuar enumerando todos os outros registros de acusações e, com certeza, defendendo-nos de todos eles, pois em nenhum momento estivemos em desacordo com a legislação vigente, dentro dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da eficiência e de outros princípios que regem e orientam as escolas públicas do Estado de São Paulo”, comenta Vaneska.
Conforme ela disse, tais procedimentos fazem-se desnecessários, pois as próprias leituras das acusações já apontam para pessoas que certamente desconhecem a legislação que rege o Conselho de Escola, os trâmites legais de uma instituição escolar pública e outras instituições da administração estadual. “Além da seriedade e requisitos necessários para investidura de cargo público, fazendo com que os profissionais que nela atuam sejam pessoas que atendam às exigências legais para ocupar profissionalmente e competentemente os espaços a que foram destinados”.
INDIGNAÇÃO
A profissional destaca que convém, ainda, que inviabilizados de seguir os procedimentos legais para impedir a reunião do Conselho de Escola pela simples falta de argumentos, provas ou legislação que os ampare, foram utilizados meios sensacionalistas e irresponsáveis. “Eles utilizaram os meios midiáticos, imediatistas e de massa, no caso em questão a internet, para tentar inverter os acontecimentos e distorcer os fatos”, revela Eloísa.
Ela acrescenta que se acredita, porém, que quando amparados pela legislação, devidamente documentados, visando à ação educativa preferencialmente em relação ao ato de simplesmente punir nada se pode temer. “Mesmo estando diante de situações nunca vivenciadas anteriormente”.
“Assim sendo, sentimos a necessidade de tornar público nosso sentimento de indignação diante de tal situação, com a única finalidade de somar esforços visando mudanças positivas na sociedade, na qualidade de ensino e no futuro promissor de nossos jovens”, finaliza Eloísa.
Ela acrescenta que se acredita, porém, que quando amparados pela legislação, devidamente documentados, visando à ação educativa preferencialmente em relação ao ato de simplesmente punir nada se pode temer. “Mesmo estando diante de situações nunca vivenciadas anteriormente”.
“Assim sendo, sentimos a necessidade de tornar público nosso sentimento de indignação diante de tal situação, com a única finalidade de somar esforços visando mudanças positivas na sociedade, na qualidade de ensino e no futuro promissor de nossos jovens”, finaliza Eloísa.
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(*indignados estávamos nós! E continuamos indignados com a cara de pau desse povo de ainda se manter na direção de uma escola e de jornalistas como esta ainda terem coragem de escrever uma linha em um jornal!)
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Cansamos de pedir à jornalista em questão um simples direito: o de expor a nossa versão dos fatos o que nos foi sempre negado!!!!!!!!!!!
E agora, Dona Eliandra Barbosa??????????????? Quem fazia falsas acusações??????? Porque se negou a nos ouvir e a ouvir a versão da menina? Porque deixou que pessoas que lutam sem interesse e com responsabilidade pela melhoria das escolas (são poucas as que se dispõe a isso, sabia?) ficassem sem voz no seu jornal ????
Quantos e-mails nossos encaminhou para a lixeira? Pois é lá que devia jogar seu diploma!
Vai finalmente publicar a verdade sobre este fato ou vai levar pra toda vida ligada ao seu nome e ao seu jornal essa vergonhosa falta de profissionalismo e de espírito de imparcialidade que todo bom jornalismo deve ter perante fatos como estes que envolvem:
- a vida de uma adolescente,
- um blog determinado e responsável, que visa melhorar a Educação no meu ,no seu, no nosso país,
- toda uma família e uma mãe doente com sérios problemas agravados pelas denúncias,
- muitas crianças e adolescentes que estão sob a guarda dessas pessoas incautas que se dizem "Educadoras" que você fez questão de defender e preservar a imagem
Se tiver um pingo de vergonha na cara escreva um artigo maior e mais chamativo para negar as afirmações que publicou para dizer o que realmente este blog aqui busca, que é respeito, dignidade e profissionalismo no cuidar de nossas crianças e adolescentes dentro da instituição escola ou pode jogar no lixo o seu diploma de jornalista juntamente com a matéria e o jornal que a publicou!
Contem até onde foi a "falta de limites" da diretora do colégio (já que elas adoram falar disso), de sua cooordenadora Geisa Peral Gimenes, e as professoras Vaneska Blaschk e Eloísa Helena Ribeiro e no que transformaram o Conselho de Escola - que foi criado para melhorar as condições dos alunos e não para ser um Tribunal de Exceção para julgá-los e prejudicá-los!!!!!!!!
Estamos esperando a retratação! Vamos ansiosamente contar os dias que isso vai demorar para acontecer!
Resta o consolo de termos como meio de propagação da verdade a Internet. Aqui se pode fazer a defesa de pessoas sem voz pela imprensa ligada sabe-se lá a qual interesses ou se puramente ignorante inclusive de seu papel e de seu compromisso com a verdade e com a cidadania.
E assim cada vez que seu nome "Eliandra Barbosa" e o de seu jornal "O Município" de São João da Boa Vista forem colocados para serem pesquisados nas páginas de busca do Google aparecerá uma parte de sua história e de seu desempenho enquanto jornalista e meio de comunicação para constar no seu "belo" currículo!
Mas o que interessa mesmo é que mais pessoas se conscientizem que papel de EDUCADOR é EDUCAR, que a escola tem que ser PEDAGOGICA E ETICAMENTE CORRETA com TODOS os seus alunos, que expulsão é ILEGAL, que Conselho de Escola não é Tribunal de Exceção, que os alunos devem ser ouvidos, que a imprensa tem que ouvir todos os lados de uma história!!!!
E que fique como exemplo a coragem dessa menina (vocês já pensaram que força ela teve que ter pra enfrentar essas feras todos esses meses diariamente?) de não se curvar perante incompetência e à injustiça dos mais fortes que caiu sobre ela! Vale sempre a pena denunciar e resistir pois só assim vamos poder ter ñossa cidadania garantida!
Viu, xipó, como eu também posso bater bem forte quando vale a pena? Chega de "rainhas da cocada preta" queremos verdadeiros educadores cuidando das escolas e bons jornalistas escrevendo a verdade e defendendo a escola pública como nós do Educafórum!!!!
Comentários
Enviei os dados e liguei uma vez por semana durante dois meses para saber quando a carta seria publicada. A resposta era sempre que faltara espaço "naquela edição". Um belo dia a Daniela resolveu abrir e jogo e disse que "o advogado do jornal havia recomendado para não publicar a carta" e mandou falar com ele. É claro que não liguei. Pra que? Ouvir abobrinhas? Então estou contigo e não abro: a Daniela Bertoldo também pode colocar fogo no seu diploma!
E adorei você pegar pesado também!!! Que pena não poder falar de flores...
O que esse jornal fez foi so deixar influenciar. Sobre o diploma desta editora, sera que ela tem? se tiver com certeza foi comprado, nem sabe o que é jornalismo serio.