Pensamento do dia

O julgamento e a expulsão de uma criança pelo Conselho de Escola
valem tanto quanto um linchamento em praça pública.

Comentários

Anônimo disse…
Tirar de uma criança o direito de frequentar uma escola é o mesmo que destruir seus sonhos, joga-la em um lamaçal,deixa-la sem o ar que respira, destruir todos planos para um futuro promissor.
Tirar de uma criança o direito de frequentar uma escola é chocante, fere todos os princípios do ECA.Fico triste com um ato tão impensado e monstruoso.
Será que um CE que comete um ato desse tem credibilidade perante a sua comunidade?Mas podem ter certeza que muitas dessas reuniões tem sempre o dedo e a palavra final da diretora da escola que muitas vezes direciona o resultado para ficar livre do aluno. Como se este fosse um fardo para a entidade.
Muitos esquecem que o aluno é o reflexo da escola e que precisa ser orientado e tratado para fazer parte dessa comunidade.Participei dessas reuniões e briguei muito para poder fazer valer os direitos dos alunos, sei muito bem como são manipuladas.
Giulia disse…
Independentemente do prejuízo para a criança, quero mostrar a INCONSTITUCIONALIDADE DO ATO.
Participei de duas reuniões de Conselho de Escola armadas para expulsar alunos e, nas duas, consegui reverter o ato. Mas isso foi numa época em que a criação desses tribunais de exceção não recebia o aval da Secretaria da Educação.
Hoje tudo é muito mais "organizado" e o próprio Ouvidor da Educação, que defende a prática, me "esclareceu" por telefone "como ela deve ser conduzida":

O presidente do Conselho (que no Etado é sempre o diretor da escola!...) nomeia entre os membros presentes um "advogado" e um "promotor", que vão chamando suas testemunhas para depor.
Eu não acreditei quando ele me disse isso!!! Fiquei muuuuuuito possessa e quase mandei o Ouvidor para @#%&#@! Mas consegui me conter (só aqui no blog sou às vezes desbocadas, rsrs) e perguntei: então, Sr. Ouvidor, se o Conselho de Escola é soberano para expulsar alunos, então ele também é soberano para afastar diretor de escola? Ele não respondeu, limitou-se a corrigir (como esses hipócritas se prendem a pequenos detalhes!): "A Senhora está equivocada. Não se trata de expulsão. Trata-se de transferência para outra unidade escolar"...
Durma-se com um barulho desses!!!
Paulo disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Paulo disse…
participei de vários conselhos e nunca vi isso .
Já teve até casos em que o aluno jogou ácido na cara de uma colega, e o diretor explicou que não podia fazer nada , pois ele tinha o direito de estudar .
Na minha opinião quem tinha o direito era a menina, uma aluna compenetrada estudiosa , e que mudou -se para uma escola mais distante por que não queria dividir o mesmo espaço com uma pessoa que lhe causou tamanha agressão.
Devemos separar alhos de bugalhos , entendo a revolta dos pais desse fórum com relação aos abusos e desmandos dos professores e diretores( ver meu desabafo a favor no comentário ninho de cobras) , mas nessa relação há também casos ( e não são poucos ) de alunos que desrespeitam e agridem profissionais birlhantes , competentes e educados.Devemos tomar cuidado.
Neste caso do ácido por exemplo eu acho que o aluno deveria ser expulso sim , pois já era reincidente e tinha idade suficiente para saber o que fazia (15 anos ).
Acredito que os comentários até aqui não se enquadram nessa situação extrema que acabei de contar , mas devemos explicar em que situações ocorrem tais decisões, para separar caso por caso e não parecer que o forum fica única exclusivamente do lado dos alunos.
Entendo que o fórum foi criado para dar vozes aos alunos por intermédio dos pais , mas acredito que deva haver discernimento entre situações , para assim não gerar distorções
Prof Paulo
Ricardo Rayol disse…
as vezes eu penso que é pior que isso.
Giulia disse…
Professor Paulo, seu depoimento foi muito bom. De fato, este "pensamento do dia" tem endereço certo. Se trata de uma situação escabrosa que já relatamos aqui uma vez e que tomou proporções absurdas. Ainda não podemos dar novas informações no blog, mas se trata de um caso de autoritarismo extremo.
Quanto ao caso-limite relatado por você, infelizmente essas situações ocorrem. E aí o texto de Júlio Groppa é bem esclarecedor: se esses casos acontecem na sociedade, por que não existiriam na escola?... O diretor da escola citada por você optou por "não fazer nada", o que é uma pena. Provavelmente, a escola também deixou de fazer alguma coisa para ajudar esse garoto antes que se tornasse antisocial. Pode ser que mesmo qualquer ajuda não conseguisse evitar o desenvolvimento dessa tendência da sua personalidade. Psicopatas existem e, depois que essa personalidade se manifesta, pouco ou nada se pode fazer.
Mas psicopatas são raros! E infelizmente os maus profissionais da educação costumam usar esses casos-limite como argumentos para desculpar sua omissão. Educar é algo que depende, antes de tudo, de boa vontade e de empatia com os mais novos. Como diz Júlio Groppa, se alguém não gosta de crianças ou adolescentes, não seja educador.
Se tiver tempo ou vontade, leia meu livro "O estuprador", lincado à esquerda do blog. Trata-se de uma história baseada num caso verídico do qual, infelizmente, não conheco o desfecho. Tentei dar um "final feliz" para a história, mas não consegui "inventar" que a solução viesse da escola...
Essa atitude só pode ser tomada por DESCONSELHO ESCOLAR. Talvez seja por isso que a vox populis diz que "se conselho fosse bom ninguém dava... vendia".

P.S.: linkei o EDUCAFORUM lá no meu bloguinho. abs a vocês todos daí!
Anônimo disse…
Fica claro aqui que as algumas pessoas que escrevem neste blog conhecem muito pouco do que ocorre dentro das escolas públicas. A pessoa q assina o blog disse que o diretor optou por "não fazer nada". Minha senhora, acaba de assinar em baixo seu total desconhecimento a repeito da autonomia q um diretor de escola uma pública tem atualmente no Brasil; diretores não podem transferir alunos a não ser q os pais o autorizem. Portanto, sua alegação de que a direção optou por não fazer nada não tem nenhum fundamento a não ser sua ignorância a respeito do assunto. Isso acontece pq esse blog é direcionado a fomentar o ódio e não a harmonia. É pena q existam pessoas que se dedicam a alimentar rancores e está provado q esse blog funciona com esse propósito. Porém, para sua decepção, 90% dos alunos gostam e são amigos de seus professores. Se vocês quando estudantes, não gostavam dos seus, sinto muito pela infância q tiveram. Falem de educação, mas sem alimentar essa espécie de "xenofobia" q estão criando aqui. Esse seu relato q sua filha sofre discriminação é patético. Apenas como uma ilustração: já ouvi palavras q médicos, por exemplo, me disseram q não gostei de ouvir, no entanto, não cultivo rancor nenhum em relação à classe médica e nem os culpo pela crise na saúde brasileira. É lamentável que os comentários aqui girem em torno de culpabilizações, porque nós professores precisamos de paz.
Anônimo disse…
Não sou professor, sou pai. tenho filhos em escolas públicas. Penso que um blog de familiares de alunos poderia se ocupar de coiss mais práticas. Em vez de brigar com os professores. Temos muitos problemas dentro da escola, tais como espaço e profissionais especializados para nossos filhos portadores de necessidades especiais. Nunca vi este problema explorado aqui. Sinto muito se pareço do contra, mas concordo com o Prof.Paulo, fomentar a discórdia entre pais e professores não nos ajuda. Na minha batalha pela educação do meu filho autista as poucas pessoa que me ajudaram foram professores. Nenhum pai ou mãe, muito pelo contrário sempre reclamram da presença do meu filho na sala de aula. Que tal utilizar este espaço para também educar pais e mães sobre como lidar com as diferenças?
Vera Vaz disse…
Aqui não se alimenta rancores!!!!!!!!! Aqui se cobra atitude descente de quem ocupa o cargo de EDUCADOR!!!!!!!!!!!!
Todas - todas mesmoooo - as ações de pessoas que se propõe a educar e a ganhar um salário por essa função (seja ele qual for) têm que ser PEDAGOGICAMENTE, ETICAMENTE, MORALMENTE CORRETAS!!!!!!
Nós aqui falamos exclusivamente de EDUCAÇÃO FORMAL por isso não se encontram posts dedicados a como educar os filhos de maneira geral. Somos um dos poucos espaços que clamam e dão voz e buscamos soluções concretas a qualquer problema com os alunos e pais, e garanto, senhor anônimo, que é necessário ter muita coragem e muito estômago pra lidar com todos os casos que vem parar em nossas mãos! Se não fazemos bem nossa parte que apareçam outros sites que façam melhor, por enquanto desconheço! Vamos aplaudir como aplaudimos as boas escolas e os bons professores!
Ao professor anônimo que entende tanto de Educação tenho a dizer que pouco importa esse índice (tirado sei lá daonde) que os alunos adoram seus professores. Os índices que nos interessam mostram valores bem menos alentadores... E são esses que tentamos reverter aqui! E é o professor sim que tem a responsabilidade de comparecer as aulas, ensinar direito, com empenho e com compromisso de formar cidadãos mais cultos e com projetos de vida baseados no conhecimento. Ninguém aqui odeia professores!!!!! Odiamos certas atitudes de muuuuuitos professores e diretores de escola! Odiamos atitudes de governos descompromissados com a Educação!
E nada mesmo vai nos fazer calar diante delas!
Vera Vaz
Anônimo disse…
Pois parece o contrário, ao dizer por exemplo que professores escrevem "abobrinhas" no Orkut, o que isso significa? Não seria uma depreciação? O ínice de 90% de alunos q gostam de seus professores é tirado de pesquisas da própria secretaria de educação, e caso você quando foi aluna detestou os seus, sinto muito por você. Volto a dizer: este blog alimeta rancores, sim. Os pais devem ser nossos parceiros, nosso aliados e não nosso opositores. Existem exemplos ruins? Sim, existem. Como em qualquer profissão existem bons e maus profissionais. Porém, é pena que vocês prefiram destacar os exemplos ruins, gerando com isso uma antipatia em relação à figura do professor. Lembrem-se que nós professores, também somos pais e mães. Quanto a não me identificar, isso é o de menos, poderia colocar qq nome aqui, porém, prefiro identificar-me como "professora", que tem 17 anos de profissão (em sala de aula), q gosta e respeita seus alunos, e q tem o respeito e o carinho deles. Assim como eu, existem milhares de caso, felizmente muitos mais do que os depreciativos que vocês insistem em destacar aqui. Ao contrário do que foi dito no Orkut, esse não é o blog das mães loucas, é pior que isso, é o blog das mães tristes. É pena que tenham optado por isso.
Anônimo disse…
Observação: cometi alguns erros de digitação no comentário acima. Estou retratando-me antecipadamente, pois não quero ser julgada como professora relapsa, já q esse espaço é dediado aos julgamentos... afinal, professores não têm o direito de errar, não é mesmo?
Giulia disse…
Gente, quanto rancor, rsrs!
Acabo de ler os últimos comentários (infelizmente com atraso) e mais uma vez peço: por favor, coloquem um nominho, apenas para a gente saber de qual "anônimo" se trata. Inventem Maria, João, sei lá! Não precisam ter medo, a gente não vai tentar descobrir quem são vocês. O que interessa aqui são as idéias e não as pessoas. As pessoas não estão em julgamento! Pedimos para colocar um nome só pra não ficar essa confusão de idéias.
Quando eu disse que o diretor "não fez nada", eu não me referia a que ele deveria expulsar aluno! O professor que relatou o fato, esse sim, achou que o diretor deveria expulsar o aluno! Eu não: eu gostaria MUITO que tivesse havido uma discussão saudável dentro da escola sobre o fato. Fatos como esses acontecem, sim, e na maioria dos casos simplesmente coloca-se uma pedra em cima. Acabam virando assuntos tabu ou matéria de fofoca. Eu não acredito no autoritarismo em nenhuma situação.
Aliás, professora, este espaço não é dedicado aos julgamentos, é dedicado à discussão saudável. Infelizmente, recebemos MUUUUITAS denúncias. O que podemos fazer? Como disse a diretora Andarta, a culpa não é nossa...
E a nossa experiência escolar não vem ao caso aqui. Estamos falando da vida escolar DOS NOSSOS FILHOS e de todos que nos procuram aqui.
Anônimo disse…
Em primeiro lugar, concordo com você. Aqui nesse espaço tem muito rancor mesmo, assim como a alimentação desses rancores. Em segundo lugar, não me identifiquei, não por "medo". Aliás, não entendi a colocação dessa palavra por você. A internet é um espaço livre para expormos idéias e assim como vocês podem dizer que os professores escrevem "abobrinhas" no Orkut, eu tb posso dizer o que penso, não é mesmo? Portanto, medo do quê e por quê? Não coloquei em causa a experiência escolar de ninguém aqui, pois vejo q esse espaço não é dedicado aos professores, apenas coloquei que na maioria dos casos, os alunos gostam e têm carinho por seus professores, e o problema aqui é destacarem os erros e não os acertos. Professores também têm filhos e a melhoria da qualidade do ensino, passa por uma parceria entre pais, alunos e professores. Fomentar rancores em relação aos professores não adianta nada, ao contrário, cria separações que apenas atrapalham. Precisamos de harmonia e não de "xenofobia", no sentido figurado da palavra. Não concordo com o caminho que vocês tomaram, acho-o incorreto e desamonônico.
Paz para vocês!
Gisele Telles
Giulia disse…
Gisele, acho que você não entendeu o que nos move. Aqui a gente fala de fatos, daquilo que nos é transmitido por pais e alunos que pedem ajuda. Graças a deus nossos filhos já estão formados, mas é justamente pelas experiências que eles tiveram que a gente conhece bem a rede pública e sabe separar o joio do trigo. Mesmo assim, a gente não publica qualquer notícia: primeiro entramos em contato com quem nos escreve e conferimos a autenticidade dos fatos. Aliás, o que a gente publica aqui é apenas a ponta do iceberg, porque a maioria dos pais TÊM MEDO das perseguições e represálias de que seus filhos são vítimas. Para você ter uma idéia, o caso que deu origem a esse "pensamento do dia" é tão delicado que ainda não podemos divulgá-lo. E digo mais: se ele for resolvido sem grandes traumas, não vai ser sequer mencionado...
Ele já foi relatado aqui no ano passado, sabe por que? Porque o ouvidor da educação se negou a ajudar, aliás, defendeu a ilegalidade!
Você entende agora como a gente trabalha? Somos bombardeados de denúncias via internet, procuramos ajudar de graça e ainda recebemos críticas, como se a gente inventasse os fatos!
Parece que você não leu as boas notícias que a gente traz sobre escolas bem sucedidas e bons educadores. Se você conhecer algum caso desses, pode mandar, a gente publica mesmo!
Anônimo disse…
Eu li casos de sucesso aqui, porém, todos os relatados forma atribuídos a grupos. Não li nada q tenha sido atribuído a professores em particular. Por que então não relatam esses casos na mesma proporção em que relatam os erros? Não seria mais justo? O q percebi é q vocês tentam promover uma desunião, à medida q escrevem coisas do tipo: "não há nada de interessante nas comunidades de professores no Orkut", "só escrevem abobrinhas no Orkut". Isso não foi nenhuma denúncia, e sim uma opinião pessoal de vocês, responsáveis pelo blog. O q vocês acham que os pais q lêem isso vão imaginar? Qual a intenção em depreciar o professor dessa forma? Eu poderia aqui colocar também que conheço muitos colegas meus de profissão que sofrem e até problemas de sáude têem por assumirem problemas dos seus alunos, porque se doam em função dos seus alunos. Poderia colocar aqui também que alguns professores q conheço até acolherem alunos órfãos em suas próprias casa já fizeram. Por acaso vc conhece algum profissional q faça isso? Conhece algum médico q leve seus pacientes para casa? O problema não é publicar denúncias, o problema é q não utilizam de forma harmônica o relato de casos negativos e também positivos e com isso, disseminam a desunião. Não precisamos q alimentem rivalidades nem rancores, precisamos de harmonia e união. Volto a dizer, não concordo com o caminho q estão tomando, depreciar o professor e promover desunião só atrpalha nosso trabalho.

Gisele Telles
Anônimo disse…
Cara Gisele Telles,

Não existe rancor aqui, existe sim uma indignação com o descaso dos professores, diretores e secretaria da educação, pois vocês ganham muito bem para fazerem o que fazem, ou melhor para não fazerem NADA!
É claro, que toda regra existe a sua excessão, mas infelizmente essas exceções são minoria. E essa minoria é engolida pelo corporativismo de vocês.
Você diz isso e aquilo, mas falar até papagaio fala!
Eu sou mãe e conselheira, altamente participativa, eu sei exatamente o que é que o corporativismo de vocês fazem quando reivindicamos nossos direitos. Meus filhos sofrem na pele esse tipo de perseguição. Eles não são perdoados, vocês (corporativismo) para atingir os pais usam crianças, passam por cima deles que nem um trator.
Não sei se vc faz parte da minoria, só sei que vc está muito mal informada da real situação nas escolas.
Encontrei aqui, pessoas amigas e batalhadoras, que já sentiram na pele o que nós (pais de alunos) sentimos.
Ah! Só mais uma coisa: Vc tem filhos????
Se caso tiver, me diga: Estudam em escola pública?
Pq será que todos os filhos de professores estudam em escola particular??
(Já que vc gosta tanto de índice, procure saber qual é o índice de filhos de professores que estudam em escola pública).
Minha intenção aqui não é criar uma batalha com vc e sim dizer que vc está muito equivocada em seus pensamentos.
Abraços
Sonia
Anônimo disse…
Cara Sônia, não estou mal informada pois atuo em escolas públicas há 17 anos e nunca dei aulas em escolas particulares. E outra: não trabalho pouco, trabalho 10 horas por dia se quer saber. Sim, é claro q falar até papagaio fala, vc fala eu falo, a fala é uma atribuição do ser humano, não é mesmo? Olha, sinto muito q seus filhos sofram numa escola pública. Acho legítimo o direito que vc como mãe e conselheira tem de reivindicar, mas colocar a todos no mesmo saco, sinceramente, não concordo. Aliás, toda generalização é burra. Minha intenção tb não é criar batalhas com ninguém aqui, pelo contrário, é alertar que essas "batalhas" são altamente perigosas e não resolvem absolutamente nada. Como já disse aqui, pais e professores devem caminhar juntos e não deveria haver alimentação de ressentimentos nem mágoas, mas união entre nós. Porém, infelizmente nem todos pensam da mesma forma. Aceito que vocês, por terem mágoas acumuladas em relação à escola pública, escolham esse espaço para desabafo. Porém, não concordo com algumas generalizações e parcialidades expostas aqui. Denunciar é uma coisa, expôr opiniões pessoais pejorativas é outra bem diferente. Só para te responder: sim, tenho filhos em escolas pública e inclusive já dei aulas para muitos filhos de professores q trabalham na mesma escola q eu, inclusive da diretora. Sinto muito por carregarem rancores em relação aos professores, mas o q posso dizer da minha experiência pessoal é q sempre fui muito feliz em todas as escolas q estudei, e todas elas foram públicas, inclusive a universidade. Guardo boas lembranaçs de todos os meus professores e muito carinho também. Os dados q coloquei aqui não são ilusórios, vc pode comprovar isso pelo próprio Orkut, onde existem muito mais comunidades de alunos q falam com carinho de seus professores e de suas escolas que o contrário. É claro q existem casos ruins, como o seu por exemplo, mas felizmente não são a regra. Quanto aos dados menos alentadores q vocês têem em mãos, talvez seja pelo fato de procurarem por esses dados menos alentadores. Que tal procurarem também os dados alentadores?

Paz para você!

Gisele Telles
Anônimo disse…
Eita! ESSE BLOG � BOM MESMO, HEIN!

A SRA GISELE TELLES N�O SAI DELE.

MAS EU PERDI ALGUMA COISA, ELA METE O PAU EM VCS E N�O SAI DAQUI... � MEIO INCOERENTE...SE � T�O RUIM COMO ELA DIZ SER, VAI PROCURAR COISA MELHOR, N�O � N�O!!!

VCS V�O VER DAQUI A POUCO ELA ME RESPONDE, POIS ELA PASSOU A MORAR AQUI....rsrsrs

Fuiiiiiiii!!!!!!!!!

ass.: amiga da Gisele
Marcos Dias disse…
SINDICATO HELLO !!!!!!!!!
F............. disse…
Falar é muito fácil Dona Gisele, ser descriminado e marginalizado dentro da escola do seu filho,por querer melhorias, é muito difícil!
Anônimo disse…
Imagine senhores então ser professora e sofrer tudo isso aí na pele.
Discriminação , perseguição , assédio moral e até sexual por parte de uma diretora.
Vcs não viram e nem sentiram metade do que eu sofri e presenciei com alunos da minha escola.Tudo isso acontece e nós temos mesmo que botar a boca no mundo. Só assim seremos ouvidos.Não estamos criando uma batalha e sim denunciando e relatando realidades vividas dentro de uma escola.Certo , existe sim educadores bons que fazem valer seus salarios , mas são uma miniria , estou no meio e sei bem disso . As falas são as seguintes : " Que se danem , não são nossos filhos mesmo." Pra que ensinar , não vou ganhar a mais para isso " ." Que saiam burros , pobre merece . "
É comum ouvir essas frases de companheiras de escolas.Não adianta mentir que está é a pura verdade , passe um dia dentro de uma escola e presenciará os fatos que estou narrando aqui.
Anônimo disse…
Essa Gisele Telles é do Sindicato????????????

Alguém aqui já ouviu o discurso de sindicalista, então, é igualzinho ao dela.

A palavra de ordem (Sindicato) deles é: CORPORATIVISMO NELES!

PODE DESCER A LENHA!
Anônimo disse…
Não senhor, não sou do sindicato, e nem sequer contribuo para o sindicato.

Gisele Telles
Anônimo disse…
Calma! Sra. Gisele Telles,
� preciso ter coragem pra levantar e falar, mais tbm � preciso ter muita coragem para SENTAR E OUVIR!

M�e de Aluno de escola p�blica.
Anônimo disse…
Essa GISELE TELLES é um chute no saco....rsrs

Só fala "merda".
Anônimo disse…
BOM DIA A TODOS
Como já disse anteriormente, tenho tido muito pouco tempo para entrar na net, por estar numa fase muito trabalhosa e sem coordenador, o que tem me levado a uma joranda na mínimo de 11 a 12 horas diária.
Não reclamo porque quem ocupa o cargo carrega os encargos.
Este fato do ácido no rosto de uma colega de classe, me deixou super preocupada.
E ai vejo discussões acima sobre rancores, acusações...
Para mim o fato é: O que levou este aluno a cometer tal delito ( delito mesmo)?
Anteriormente tinha comportamento agressivo assim? Quais as providências tomadas para salvaguardar a integridade DELE e de seus COLEGAS?
Menores infratores temos em toda nossa sociedade, não só nas escolas, o que estamos fazendo a respeito?
A criança não nasce infratora, é criada e educada para isso, pelos pais, pela escola, pela sociedade em geral. O que estamos fazendo a respeito?
Está bom, podem dizer vocês, esta pessoa só pergunta?
Pois é , só pergunto para incitar a discussão do que cada um está fazendo a respeito.
Na escola em que estou tem menores infratores? Sim temos sim.
Lutamos com unhas e dentes para que os mesmos tenham acompanhamento psicológico. É fácil? NÃOOOOOOOOOO é extremamente difícil,mas cruzar os braços não adianta.
E quando pedimos socorro e a sociedade acredita em nosso trabalho, angariamos pessoas que até trabalham voluntariamente( o que é incorreto - porque o governo tem e muitas verbas para atender estes casos)
Vamos trabalhar unidos , poir só assim o resuktado positivo pode ser notado
Abraços a todos
ANDARTA

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