Mídia nota ZERO!


Advertência: este post é muito longo e algumas partes são chocantes! Vá chupando uma balinha para não engasgar, rsrs.

No último post demos um voto de confiança para a SEE. Vai ter que merecer muito!

Na terça-feira passada estivemos na EE Lucas Roschel Rasquinho, em Parelheiros, para uma reunião agendada pela própria Secretaria da Educação e pedida pelo EducaFórum em 04/06. Até aí, ponto para a SEE. Pela primeira vez um Chefe de Gabinete foi tão rápido ao agendar uma reunião numa escola, garantindo a presença do Dirigente de Ensino, da direção e da comunidade, além de participar pessoalmente. Merece por isso nossos agradecimentos. Obrigado, Sr. José Benedito!

Em compensação, coisas estranhas ocorreram...
Em primeiro lugar, os pais de alunos que fizeram as graves denúncias registradas na SEE e na Diretoria de Ensino, não haviam sido avisados da reunião. Quando tivemos a confirmação do horário, na segunda-feira, procuramos avisar alguns pais, na medida do possível. A reunião estava marcada para as 14:00. No entanto, até às 15:00 não havia chegado nem o Chefe de Gabinete da SEE, nem o Dirigente de Ensino, muito menos a diretora da escola. Chegaram todos juntos e até àquela hora todos nós estávamos aguardando do lado de fora da escola.

Questionamos com a diretora porque os pais não haviam sido chamados e ela negou, dizendo que havia feito a convocação. Subimos dois lances de escadas até chegar a uma sala de aula destinada para a reunião. Qual não foi a nossa surpresa, ao ver a sala já cheia de pais e alunos! Entendemos então que, para variar... o circo estava armado: a direção da escola já havia convidado os pais e alunos que lhe convinham, pedindo apoio, com a velha história que já estamos cansados de ouvir: “Está chegando a Secretaria da Educação na escola para uma averiguação. Coloquem panos quentes, pois, caso contrário, ela corre o risco de ser fechada e seus filhos vão ficar sem estudo”. Infelizmente, muitos dos pais e alunos presentes se prestaram ingenuamente a esse jogo, tentando minimizar os graves problemas colocados por outros pais e perdendo uma boa oportunidade de fazer cobranças óbvias para as autoridades, visto que a escola obteve uma nota IDESP de 0,67 sobre 10. Algumas professoras, nos bastidores, insinuaram que a visita da SEE teria caráter eleitoreiro, como se a comunidade tivesse que esperar para fazer suas denúncias após as eleições...
Uma aluna chegou ao cúmulo de justificar a existência de uma sala lotada de carteiras e inundada de água parada, pois as funcionárias da escola já são “velhinhas” e não conseguem carregar peso. (Nós vimos a sala e ficamos horrorizados, principalmente em vista da dengue...)

Mesmo assim, a reunião foi excelente, pois os poucos pais que tiveram coragem de fazer denúncias e cobrar soluções puderam se manifestar livremente, apesar de deixar claro que estavam extremamente apreensivos por causa das represálias que seus filhos poderiam sofrer. Isso também se deve à boa disposição do Chefe de Gabinete, Sr. José Benedito, que concedeu imediatamente a palavra aos pais e dispensou os costumeiros discursos intimidativos acompanhados de lavagem cerebral. Houve assim dois pontos positivos:

1. Pela primeira vez, um Chefe de Gabinete da maior secretaria da educação do país teve a oportunidade de ouvir a fala espontânea de pais e alunos que sofreram agressões e perseguições dentro da escola, em um ambiente aberto e democrático.
2. Pela primeira vez, uma reunião aberta entre pais, alunos e profissionais da educação com pontos de vista diferentes, tratando de assuntos graves, não terminou em agressões e baixaria. Houve, sim, em alguns momentos, tumulto, mas tudo se manteve dentro de padrões aceitáveis, permitindo inclusive a formação de uma comissão para encaminhamento de soluções.

Algumas denúncias nos deixaram de cabelos em pé, já que a reunião havia sido solicitada para resolver uma primeira denúncia, já registrada na SEE e relatada no post http://educaforum.blogspot.com/2008/05/flores-para-esses-pais.html.

O caso mais grave foi de uma mãe que compareceu com um bebê de colo e relatou que, no ano passado, sua filha foi atingida por uma “guerra de merenda” no pátio. Na hora em que a menina tentava limpar a roupa, foi acusada de ter promovido a algazarra. A menina tentou se justificar mas não foi ouvida e, ao protestar, teve um dedo torcido e foi obrigada a varrer todo o pátio da escola, tendo passado vários dias em depressão.

Outra mãe relatou que a filha com asma passou mal na escola e não foi socorrida, tendo que ficar internada.

Uma mãe, que teve negada a rematrícula do filho repetente, não se conformou e, por insistir sobre a injustiça do ato, a direção da escola chamou a ronda escolar a fim de intimidá-la.

Um pai se queixou de ter procurado informações sobre sua filha no horário de aula e disse que foi preso dentro de uma sala pela direção da escola e acusado de invasão. Ele tentou se justificar, pois sua entrada havia sido permitida por uma professora, mas foi intimidado e chamado de “doido”, a ponto de chorar de humilhação.

Uma mãe disse que foi reclamar porque a festa junina da escola não havia sido aberta para os pais e foi chamada de “desocupada” pela direção. Durante a reunião, esse assunto gerou uma longa polêmica sobre se a festa junina deve ser ou não aberta para a comunidade, quando, na verdade, o mais grave dessa história foi a mãe ter sido chamada de “desocupada”, o que mostra o autoritarismo e a arrogância da escola. A mesma mãe falou da péssima merenda servida aos alunos, sendo que ela chegou a ver na igreja do bairro pacotes de purê, que nunca foi servido na escola, entre outros produtos da merenda escolar.
Essa mãe pediu à SEE que fizesse uma intervenção na escola, pois ela já havia levado diversas denúncias à Diretoria de Ensino, que não tiveram retorno, e à própria Secretaria. Ela inclusive se mostrou muito preocupada com a integridade dos pais denunciantes e de seus filhos, caso a SEE não venha a tomar providências para garantir sua segurança.

Alguns professores se manifestaram elogiando a escola e procurando atribuir aos próprios alunos a responsabilidade pelos problemas, pois eles não são “santos”, como se ter alunos “santos” fosse condição indispensável para se conduzir uma escola. Uma professora inclusive se descontrolou, chamando os alunos repetidamente de “pentelhos”, mas foi aplaudida por diversos pais e alunos...

A mesma fala de responsabilização dos alunos veio dos conselheiros tutelares presentes à reunião, que fizeram um discurso prolixo e intimidador para os pais. Eles citaram corretamente diversos artigos do ECA, mas justamente aqueles que responsabilizam os pais e alunos.

O Dirigente de Ensino Sul 3 fez também um discurso prolixo, porém manso, tentando valorizar o trabalho da escola e levantar a auto-estima dos alunos, como se tudo estivesse bem e a reunião fosse apenas um mal-entendido.

Por último, o Chefe de Gabinete da SEE prometeu aos pais e alunos que a escola vai mudar: declarou que a perseguição de alunos é inadmissível, que a escola precisa melhorar sua nota no IDESP e comprometeu-se a apurar as denúncias, mas deixou claro que sua preocupação era que a paz e a harmonia na comunidade escolar pudesse ser restabelecida. Resta saber como ele pretende conseguir isso a curto prazo...

Quanto ao assunto específico tratado no post acima lincado, colocamos ao Dirigente de Ensino Sul 3 e ao Chefe de Gabinete da SEE que discordamos totalmente do relatório redigido pela Diretoria de Ensino, datado de 09/05/08 e não assinado, pois mostra claramente que os fatos não foram apurados: diversos anexos contêm inverdades e o próprio relatório limita-se a fazer juízos de valor sobre o aluno e sua família. Informamos que a família ficará no aguardo de uma retratação, já que os pais do aluno alvo do relatório foram ameaçados de sofrerem processo para que provem suas denúncias.

Finalmente, pedimos ao Dirigente de Ensino que investigue a forma como foi recebido um abaixo-assinado da comunidade na Diretoria Sul 3, protocolado no dia 30/05, pois a pessoa que o recebeu ameaçou o portador de que “se as denúncias não procedessem, a polícia seria chamada na comunidade”. Dias depois, foi entregue uma segunda folha do abaixo assinado, desta vez sem comentários por parte do recebedor.

A palavra, agora, está com a Secretaria Estadual da Educação, de quem aliás cobramos, na pessoa de seu Chefe de Gabinete, uma campanha de divulgação da eleição dos Conselhos de Escola, pois, se houvesse na EE Lucas Roschel Rasquinho uma comunidade eleita de forma consciente e democrática, a situação não teria chegado ao ponto em que chegou.
E mais uma vez repetimos: na maioria das escolas da rede impera o autoritarismo e a falta de educação, justamente de quem precisa dar o exemplo.

Se você estranhou o título deste post, explico já: a mídia nacional é responsável pela demonização do aluno, considerado o “problema” da educação. Nunca conseguimos que algum repórter se interessasse em investigar o autoritarismo vigente na rede pública de ensino. Já oferecemos a vários jornalistas que viessem conosco “à paisana” visitar algumas escolas e sentir pessoalmente como são tratados os pais e alunos, principalmente os mais pobres, nessas instituições que parecem verdadeiros presídios (todas repletas de cadeados, trancas e trincos!). Mas não: a mídia atende prontamente a assessoria de imprensa dos ricos sindicatos da “educação”, publicando imediatamente quando um aluno “torce o dedo” de um professor. No caso relatado neste post, VOCÊ ACREDITA QUE A MÃE CUJA FILHA TEVE O DEDO TORCIDO NA ESCOLA E FOI OBRIGADA A VARRER TODO O PÁTIO, TERIA CORAGEM DE CHAMAR A IMPRENSA OU PROCURAR O CONSELHO TUTELAR??? Não, ela não fez isso, porque se preocupou com o estado emocional da filha de onze anos, que seria massacrada por interrogatórios ou entrevistas traumatizantes, além de ficar ainda mais exposta publicamente.

Anualmente, por falta de fiscalização e principalmente de divulgação, a escola pública brasileira joga “no lixo” milhares de cérebros recrutados pela marginalidade. Os alunos mais inteligentes, corajosos e críticos são os primeiros a serem expulsos por diretores e professores que nem se preocupam em disfarçar, ao chamá-los de “pentelhos” na frente do próprio chefe de gabinete da SEE. Entre quatro paredes, eles os chamam de “QI de ameba”, “laranja podre”, “filhote de cruz-credo” e outros apelidos “carinhosos”, como por exemplo a expressão “bicha”, de acordo com relatório da supervisão da EE Octacílio de Carvalho Lopes.

Senhores jornalistas, nota ZERO para vocês. A mesma nota merecida pela escola objeto deste post! Continuem atendendo aos apelos dos sindicatos da “educação” e demonizando o aluno. Seu sensacionalismo é contagiante e seu sucesso profissional é garantido!

Comentários

Mauro disse…
Giulia,

Nossos parabéns pala sua disposição em acompanhar a reunião da EE Lucas Rasquinho.
Nós acompanhamos a visita "de longe"... tivemos o relato de um "papagaio esperto"...
A questão "administrativa" pode, sim, ser resolvida pela SEE. Mas as denúncias concrtas de violência contra alunos devem ser comunicadas oa conselho tutelar e levadas ao ministério público e ao Poder Judiciário.
No caso do conselho tutelar, estamos preparando um procedimento próprio para eventualmente responsabilizá-lo por um mau atendimento.

É só por enquanto.

SP, 12/06/2008
Mauro A. Silva
Movimento comunidade de Olho na Escola Pública
www.geocities.com/coepdeolho
e-mail: coepdeolho@yahoo.com
Anônimo disse…
O PROBLEMA DAS INVESTIGAÇÕES NAS ESCOLAS SÃO AS IRMANDADES. AGORA CUIDE DO CONSELHO TUTELAR,PORQUE NAO STÁ AGINDO CORRETAMENTE.DISSE QUE TINHA 3 RECLAMAÇÕES DO LUCAS , PRECISA VER O QUE. SE VAI UMA RECLAMAÇÃO PARA LÁ VAI SEMPRE PARA O MESMO E DEVE SER INVESTIGADO.
OS PAIS NAO PROCURA PORQUE É AQUELA HISTORIA O FEITIÇO PODE VIRAR PARA O FEITICEIRO.
Glória disse…
Que luta, heim, Giulia! Também parabenizo por sua disposição de enfrentar este circo de horrores que se tornou a escola. Fico profundamente abalada com relatos tão absurdos...
cremilda disse…
é Glória, a Giulia é uma mulher de muita coragem e determinação
Graças a Deus podemos contar com pessoas como ela e com você
Estive no Instituto Braudel e o entrevistador no meio da entrevista falou das duas.
de você ele comentou do seu livro e da Giulia ele disse da fama que ela tem de ser uma mulher de garra.
Prof Suely Valente disse…
É com tristeza que acompanho o caso da EE Lucas R. A reunião feita foi manipulada pela diretora da escola e seus puxa sacos. Um bando de desocupados que estão preocupados em protejer o próprio rabo, ajeitaram toda a reunião antes do horário marcado , convidando somente as pessoas que lhes fossem fiéis a qq custo . Quando vcs entraram na sala de reunião , a mesma já estava ocorrendo a horas , os depoimentos a favor da diretora foram repassados e até o dirigente já havia feito recomendaçoes .Tenho pena dos alunos e seus pais que daqui por diante sofrerão perseguições massacrantes até desistirem de tudo e retirarem seus filhos de lá.
Vejo nisso tudo uma reprise do que ocorreu na EE David Eugenio onde eu pedi uma reuniao com a supervisora , diretora e professores e a mesma armou tudo como ela desejou , após as minhas denuncias ( autoritarismo , maus tratos ,falta de profissionalismo , fumo dentro da escola , gastos desnecessários da APM , falta de prestação de contas , professores fora da sala de aula por até 50 minutos para bater papo com a diretora ,alunos chegando a 3a série sem ser alfabetizado por falta de dedicação de algumas professoras. ) , a supervisora que já tinha conhecimento do caso pediu que fosse aberto uma sindicancia por desacato e outros deixando de apurar os fatos. Minhas denuncias foram engavetadas e a sindicancia feita pela DE Norte 2 declarou que deveria ser aberto um processo administrativo contra a denunciante.
Só um ano após e muita luta conseguimos uma sindicancia contra a diretora da escola q por sinal ainda não foi julgada.
Em um país onde as denuncias não são apuradas e nem levadas a sério , o q podemos esperar da SEE?
Até hoje as crianças que foram perseguidas sofrem com isso.Quem sabe agora com o novo coordenador da COGSP faça-se justiça.
Espero que vcs não desistam da luta , sejam fortes e se unam para derrotar esse inimigo da educação.

Prof. Suely Valente
cremilda disse…
Professora Suely
Você é um dos exemplos de educadora que resiste
Um exemplo feliz e saudável
Graças a profissionais como você que a gente acredita que a escola pública tem jeito
Sou sua fã da fila do gargarejo
E se o Luiz Cândido não está lá, pode ter certeza que um pouco do mérito é seu com certeza.
Continue assim e que Deus lhe proteja
Ricardo Rayol disse…
eu engasguei. já acompanho teu blog ha uma cara mas quando vejo isso não consigo conter meu espanto. credo
Anônimo disse…
Suely,lá tem mãe que não parou por ai mesmo foi procurar a promotoria publica,foi fazer BO para protejer os pais que fizem abaixo-assinado. e a Giulia também ,muita gente nessa .
Lá 80% não aceitam os mandos e desmandos da diretora.A coisa é bem feia ,
È melhor deixar ela em casa , e pagar o salario dela , cada um dá 1,00 por mes de sae livra dessa jararaca.
Oi,
desculpem a minha ignorância e por favor não me levem a mal. Mas, pq as diretoras em São Paulo têm tanto poder? De onde ele vem? Elas são nomeadas ou eleitas? Quem as faz diretoras? Quem as protege tanto?

Maria Elvira
Giulia disse…
Maria Elvira, este é um estado autoritário: a criança e o jovem são considerados "menores" em todos os sentidos. Aqui a escola não é do aluno, mas do diretor, muitas vezes do supervisor ou até do dirigente de ensino.Trata-se de cargos de confiança e a "confiança" é devida ao poder de conseguir votos para o partido que está no poder. Assim, curto e grosso.
Giulia,
É, na verdade mais grosso do que curto não? Estas escolas estão parecendo verdadeiros reformatórios. Coitadas das crianças.
Anônimo disse…
MAURO, FAÇA ISSO ,POR FAVOR NOS AJUDE
CONTAMOS COM VOCES , PORQUE SOZINHOS ESTAMOS PERDIDOS.
GIULLIA, CONTAMOS COM VC.E AGRADECEMOS O SEU EMPENHO.
CREMILDA,CONTAMOS TB. COM VC E AGRADECEMOS A SUA DIVULGAÇÃO.
SR. JOSÉ BENEDITO ESPERAMOS QUE O SENHOR SE POSICIONE DO NOSSO LADO E APURE OS FATOS QUE SAO REALMENTE VERIDICOS.
NÓS MÃES E ALUNOS DO LUCAS ROSCHEL
Anônimo disse…
Os professores da rede estadual de São Paulo decretaram greve por tempo inderterminado a partir de segunda-feira (16). A decisão foi tomada na tarde desta sexta-feira (13) em assembléia na Praça da República, em São Paulo.
Anônimo disse…
Parar por que?
qual é a diferença?
Anônimo disse…
Pessoal desculpem a minha sinceridade, não estou agorando nada, mas se vcs tiverem a mesma "sorte" das mães da EMEF IMPERATRIZ, vcs estão "ferradas"(com todo respeito).
Anônimo disse…
Cinco professores da Escola Estadual Lucas Roschel Rasquinho assinaram uma abaixo-assinado contra seu própio
aluno achincalhando o aluno e fazendo juizo de valores a sus familia.Agoras esses professores são tidos como capacho da diretora e depois vao acabar levando pelas as cabeças. A diretora ficou toda fofa e nem agradeceu aos professores capachos,os bobos da corte.
O ano que vem vai ser outro ano ,será que ela vai garantir emprego para voces? Vão ter que passar na prova que a SEE vai aplicar.
O que vai acontecer com vocês é responder um processo por testemunhar falso .Não se assina documento que não seja oficial.
Como perguntar não ofende e nem é crime aqui vai a minha pergunta:
Voces estavam dentro da sala de aula ,assistindo aula junto com o aluno na hora da agressão e quem estava dando aula na sala de voces?
Mais uma
Vocês receberam por essa aula não dada?
Será que a diretora vai fabricar documentos para tirar voces dess?
Quando o caso vai para um juiz a historia pode mudar.
Anônimo disse…
por que vocês mentem tanto? o que vocês ganham mentindo tanto?

beijos
paz
Anônimo disse…
Uma professora disse que aluno mente ,e acha que a diretora não torceu o dedo da menina, acha isso um absurdo.
A menina vai ser ouvida pelo o CT. na p´roxima semana .
Será que o CT vai mesmo levar o caso para o juiz? Será que ele vai obedecer o artigo 142 do ECA? Será que o CT vai ser educado com a menina? Esperamos que sim.
Anônimo disse…
Eu vi aquele conseleiro tutelar falar, ele parece um pitibul, não confiei nada nele, parece que queria enquadrar os pais.
Anônimo disse…
È ,a intenção dele é essa mesmo,alguém tem que tomar providencia , se não ele vai engulir todos os pais dos alunos da Escola Lucas.(é Professor tá) E ainda eles estão querendo colocar panos quentes
para não colocar a escola em vexames.
Vexames passam os alunos e pais dessa escola nas maios daquela ditadora,parece que está com o espírito de Sadan Russen encarnado.,ou enguliu uma jararaca
e ainda não digeriu.
Se não for esperto ainda vai ficar na escola torcendo os dedos de outros alunos e nínguém toma providdencias . Ela dá aula em outra escola da prefeitura os alunos são pequenos de 1ª a 4ª.
Uma diretora pode trabalhar em dois empregos ao mesmo tempo?
Essa diretora entra ás 8 e sai as
2 entra as 3 no outro emprego e sai depois volta para a outra escola aonde ela é diretora as 9 e sai as 11 .È possível?Pelo menos a lei não diz isso. Alguém pode verificar ? Veja ai Sr Mauro.
Anônimo disse…
Giullia,agora vou começar a pegar no pé de quem está pegando no ,declaro guerra total.
Preciso saber como fazer para pedir que a diretora me apresente as contas da APM ; me dá uma dica
EU.
Juliano Lima disse…
Conheço esta escola, inclusive já trabalhei lá, e Escola é uma completa algazarra, o post fala muito em defesa dos alunos, mas alunos que depredam carros de professores, quebram os vidros da escola, soltam bombas para saírem cedo, tentam por fogo em moto de professor, que usam maconha e cocaína dentro da escola realmente merecem toda essa defesa que o blog propõe? Hoje há tantos menores infratores em nossa cidade que já não é mais possível contar, e a culpa é posta por vocês na escola? Será mesmo? A escola ensina, quem educa são os pais.
Giulia disse…
Juliano, você não faz ideia de quanto trabalhamos a favor dessa escola! Infelizmente todas as tentativas não deram em nada. A única diretora decente foi afastada por obra da banda podre de profissionais que dominam a escola, orquestrados pela Apeoesp. Provavelmente você é um dos bons que não se envolveram nessa panela.