
A professora Edilva Bandeira é das poucas pessoas, no Brasil, que falam de educação não apenas de forma teórica, mas a partir da vivência em sala de aula. Parece óbvio que os profissionais da educação deveriam discutir educação a partir de sua prática, mas no Brasil não é assim.
A maioria daqueles que determinam a política educacional do país e que estão encastelados, dependurados, nas secretaria da educação de todo o Brasil, nunca pisaram numa sala de aula - ou então conhecem apenas a realidade da rede particular, esse feudo que garante a manutenção das distâncias sociais no país.
Para esses profissionais, o aluno costuma ser apenas um número, quando não um empecilho ao seu comodismo, já que eles vêem a educação apenas como emprego, no pior sentido da palavra. Sim, pois o emprego não é apenas uma forma de buscar o sustento, pode ser a ferramenta que promove mudanças positivas na sociedade e no mundo. Infelizmente, no Brasil, a educação é reduto dos sindicatos da classe, numa inversão de valores absurda. Em vez de os sindicatos promoverem a categoria e o ensino, eles estão a serviço da estagnação, promovendo o nivelamento por baixo. A prova disso está na resistência ao princípio da meritocracia e na insistência em exigir a manutenção do "direito à falta" do professor, esse escândalo de proporções internacionais que provoca é a AULA VAGA, fenômeno em que o Brasil é campeão mundial, solapando ao aluno de 20 a 40% do ano letivo, nas piores escolas.
E que os pais ou alunos não se atrevam a reclamar de absolutamente nada! Isso causa represálias e perseguições que culminam em processos administrativos, instâncias em que esses pais e alunos são definitivamente "triturados" até retirarem suas queixas.
É por isso que ficamos sempre muito felizes quando recebemos o contato de algum profissional da educação que trata com respeito o aluno e seus pais, coisa muito rara na rede pública. A professora Edilva Bandeira acompanha nosso trabalho há alguns anos e mantém um blog que vale muito a pena conhecer e apreciar. Parabéns, Edilva, continue trazendo informações interessantes e fazendo diferença na educação brasileira!
A maioria daqueles que determinam a política educacional do país e que estão encastelados, dependurados, nas secretaria da educação de todo o Brasil, nunca pisaram numa sala de aula - ou então conhecem apenas a realidade da rede particular, esse feudo que garante a manutenção das distâncias sociais no país.
Para esses profissionais, o aluno costuma ser apenas um número, quando não um empecilho ao seu comodismo, já que eles vêem a educação apenas como emprego, no pior sentido da palavra. Sim, pois o emprego não é apenas uma forma de buscar o sustento, pode ser a ferramenta que promove mudanças positivas na sociedade e no mundo. Infelizmente, no Brasil, a educação é reduto dos sindicatos da classe, numa inversão de valores absurda. Em vez de os sindicatos promoverem a categoria e o ensino, eles estão a serviço da estagnação, promovendo o nivelamento por baixo. A prova disso está na resistência ao princípio da meritocracia e na insistência em exigir a manutenção do "direito à falta" do professor, esse escândalo de proporções internacionais que provoca é a AULA VAGA, fenômeno em que o Brasil é campeão mundial, solapando ao aluno de 20 a 40% do ano letivo, nas piores escolas.
E que os pais ou alunos não se atrevam a reclamar de absolutamente nada! Isso causa represálias e perseguições que culminam em processos administrativos, instâncias em que esses pais e alunos são definitivamente "triturados" até retirarem suas queixas.
É por isso que ficamos sempre muito felizes quando recebemos o contato de algum profissional da educação que trata com respeito o aluno e seus pais, coisa muito rara na rede pública. A professora Edilva Bandeira acompanha nosso trabalho há alguns anos e mantém um blog que vale muito a pena conhecer e apreciar. Parabéns, Edilva, continue trazendo informações interessantes e fazendo diferença na educação brasileira!
Comentários
Peço permissão para publicar esse texto no meu blog.
Beijos