Atualizado
Já que o assunto é ensino médio, está em pauta a incompetência da mídia ao tratar a questão do Enem, incompetência que parece beirar a má fé. Não se pode afirmar categoricamente que o lobby da indústria do ensino tenha conseguido "comprar" toda a grande mídia, mas qualquer aluno de ensino médio (rs) que saiba calcular percentagens pode derrubar o "ranking" das escolas divulgado por aí. Leiam com atenção o texto do Mauro O ranking dos espertalhões e tirem suas conclusões.
Ah! Que saudade da "dona Rosa do Estadão", que era jornalista de verdade, escrevia sobre educação com conhecimento de causa e discutia com a direção do jornal para que fossem publicados FATOS e não histórias da carochinha, como está hoje em moda. Talvez a mídia nacional seja boa para cobrir futebol, mas no quesito educação é zero à esquerda.
EM TEMPO: a farsa continua. A revista VEJA publica o "ranking" das 200 "melhores" escolas de acordo com o Enem, sem mencionar a percentagem de alunos que participaram da prova. O Colégio Vértice, por exemplo, 1º colocado no "ranking", tinha 62 alunos em 2009 e apenas 37 fizeram o Enem (pouco mais que a metade!). Em 2008, 63 dos 64 alunos do Colégio Vértice (quase 100%) fizeram o Enem... O colégio ficou em 10º lugar. Essa escola é altamente elitista, escolhe os alunos a dedo, cobra quase R$ 3.000 de mensalidade e os alunos do ensino médio estudam em regime integral.
Na verdade, o "ranking" teria que ser dos alunos e não das escolas.
Provavelmente, o que as escolas têm "aperfeiçoado", nos últimos anos, é sua forma de ficar mehor na fita do Enem, rsrs. E a mídia está dando cada vez pior cobertura do assunto, sem se retratar nem mesmo quando claramente desmascarada.

Já que o assunto é ensino médio, está em pauta a incompetência da mídia ao tratar a questão do Enem, incompetência que parece beirar a má fé. Não se pode afirmar categoricamente que o lobby da indústria do ensino tenha conseguido "comprar" toda a grande mídia, mas qualquer aluno de ensino médio (rs) que saiba calcular percentagens pode derrubar o "ranking" das escolas divulgado por aí. Leiam com atenção o texto do Mauro O ranking dos espertalhões e tirem suas conclusões.
Ah! Que saudade da "dona Rosa do Estadão", que era jornalista de verdade, escrevia sobre educação com conhecimento de causa e discutia com a direção do jornal para que fossem publicados FATOS e não histórias da carochinha, como está hoje em moda. Talvez a mídia nacional seja boa para cobrir futebol, mas no quesito educação é zero à esquerda.
EM TEMPO: a farsa continua. A revista VEJA publica o "ranking" das 200 "melhores" escolas de acordo com o Enem, sem mencionar a percentagem de alunos que participaram da prova. O Colégio Vértice, por exemplo, 1º colocado no "ranking", tinha 62 alunos em 2009 e apenas 37 fizeram o Enem (pouco mais que a metade!). Em 2008, 63 dos 64 alunos do Colégio Vértice (quase 100%) fizeram o Enem... O colégio ficou em 10º lugar. Essa escola é altamente elitista, escolhe os alunos a dedo, cobra quase R$ 3.000 de mensalidade e os alunos do ensino médio estudam em regime integral.
Na verdade, o "ranking" teria que ser dos alunos e não das escolas.
Provavelmente, o que as escolas têm "aperfeiçoado", nos últimos anos, é sua forma de ficar mehor na fita do Enem, rsrs. E a mídia está dando cada vez pior cobertura do assunto, sem se retratar nem mesmo quando claramente desmascarada.
Comentários
Há inúmeras disparidades com o que diz a legislação desta bolsa - que reza que seria no valor de 75% da carga horária escolhida pelo professor, uma vez que caso ele opte por 12 horas semanais, por exemplo, jamais o valor supra citado é referência de 75% da remuneração inicial dessas 12 horinhas.
Vou publicar no meu Blog todas estas informações. Precisamos fazer alguma coisa. Não é possível que o Estado afirme que não há recursos para reajuste salarial de funcionários que se aposentam com menos de R$ 1.000,00, além daqueles que, como eu, tem 18 anos de trabalho e ganham cerca de R$ 800,00 mesnalmente, e jogue dinheiro fora com esta atrocidade.
Aguardo sua resposta.
Minha indignação passou todos os limites do aceitável.