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A escola tabu nº 57 - Sabotagem na EE Prisciliana Duarte de Almeida


Dando continuidade ao post de ontem, no qual informamos a vergonhosa manobra da "banda podre" de funcionários da EE Prisciliana Duarte de Almeida para instigar alguns alunos a destruir a escola, leia a matéria publicada no jornal Agora São Paulo dia 12 de junho: Escola em Parelheiros não tem luz, vidros nem banheiro.

A matéria não investiga absolutamente nada, como é de praxe neste país onde a mídia só serve para reproduzir a versão das autoridades, que não têm interesse algum de mostrar a verdade. A reportagem não foi sequer capaz de perguntar aos alunos sobre aulas vagas, sendo que a precariedade das instalações é apenas um pretexto para que os "docentes" da escola fiquem de braços cruzados. Assim, o quadro mostra apenas uma escola que "precisa de reforma" e cuja diretora já foi afastada, como se o descaso dela tivesse provocado tal situação. A verdade é muito diferente, como informamos no post de ontem e alertamos a Secretaria da Educação em julho do ano passado: a mesma "banda podre" que age desde 2008 nas escolas de Parelheiros e região sentiu-se totalmente à vontade para provocar o afastamento de mais uma das boas diretoras da região. 

A matéria do Agora São Paulo "informa" que a escola Prisciliana Duarte de Almeida não tem luz, vidros nem banheiro. Na verdade, a diretora cansou de mandar arrumar a escola e abriu ocorrências toda vez que houve vandalismo instigado pelos maus funcionários, geralmente praticado na calada da noite. Todas as ocorrências encaminhadas ao dirigente de ensino foram simplesmente engavetadas, nunca foi tomada qualquer providência para dar um basta a essa situação, até culminar no afastamento da diretora, sendo esse o objetivo visado pela corja que domina as escolas de Parelheiros e região.

Mais uma vez esclarecemos aqui que nosso objetivo nunca é apoiar funcionários ou diretores de escola! Nossa preocupação é sempre com os alunos e quem nos contata são pais e responsáveis, pessoas da comunidade que nos relatam irregularidades de toda sorte.

Ao todo, sabemos que 5 escolas foram atingidas por esse grupo de profissionais relapsos e politiqueiros, mas 3 delas ocuparam bastante o nosso tempo, quando a comunidade pediu nossa ajuda no sentido de apoiar as diretoras e evitar que as escolas ficassem totalmente à mercê da "banda podre". Infelizmente foi tudo em vão, pois o dirigente da DE Sul 3 continua apoiando fortemente essa corja anti-pedagógica, provavelmente por motivos eleitoreiros. Também seria um mistério a permanência do próprio dirigente no cargo, se não soubéssemos de sobra que a Secretaria Estadual da Educação é dominada pela corporação e não tem qualquer compromisso com o aluno. Levante a mão o funcionário ou assessor da SEE ou das DEs que tem filho estudando na rede estadual!

Assim sendo, só um "milagre" poderá devolver aos alunos de Parelheiros suas 5 escolas organizadas e equipadas, com aulas todos os dias, merenda decente e um mínimo de planejamento pedagógico. Utopia?

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