
Estou Diretora de uma Unidade de Ensino onde somos eleitos pela comunidade escolar....e minha prática é de conquista dos estudantes, é de atitudes inclusivas... não entendo como essa diretora consegue agir dessa forma. Olha que enfrento situações delicadas com alunos... mas jamais passa pela minha mente a exclusão... não meço esforços para ajudá-los... conquistá-los... motivá-los.... e sei que não há respaldo em lei para expulsão.... e depois a função da escola não é essa... eu realmente não entendo nem aceito. Se marginalizarmos nossos adolescentes, quem estenderá a mão a eles?
A mídia só tem publicado casos de aluno agredindo professor, sem levar em conta que esses casos são a exceção e não a regra. Infelizmente a escola pública é uma instituição blindada e o profissional da educação é por princípio considerado um mártir. Se houvesse transparência a respeito do que ocorre dentro das salas de aula, seria possível medir a proporção de alunos que realmente tumultuam o ambiente. Quantos seriam? 2 por cento? 5 por cento? Então por que generalizar, Sra. Maria Cristina Poli? Tem mais: muitos alunos são provocados a fim de justificar sua expulsão e, muitas vezes, diretores e professores irresponsáveis incitam os jovens uns contra os outros. Essas manobras são extremamente comuns e os alunos não sabem identificá-las nem se defender delas, como por exemplo quando um professor ou diretor chama uma mãe em particular e a "alerta" sobre o perigo da amizade de seu filho com o aluno "tal", chamado de "laranja podre", "da pá virada", "delinquente", "vagabundo" etc. Pronto! Essa mãe vai falar com outra, que também vai falar com outra e está armado o tumulto. Se você não acredita que um diretor de escola possa usar esse tipo de expressão, leia clicando aqui e veja como, além do linguajar chulo, uma diretora pode ser também mentirosa e perversa.
Para a diretora Marina, nosso obrigado e muitas flores, mesmo virtuais!
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