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Alfabetizar no 1º ano: o salto de Claudia Costin

Nunca é demais falar de Claudia Costin e do vertiginoso salto de qualidade da educação no município do Rio de Janeiro, onde é Secretária da Educação. Já lançamos aqui sua "candidatura" a Presidente da República, mas deixamos claro que não se trata de qualquer interesse político-partidário. Como sempre dizemos, nosso partido é o aluno e Claudia Costin parece ser, em todo o cenário nacional, a pessoa mais preparada e mais INTENCIONADA em realmente resolver esse que é o problema mais urgente do país: o analfabetismo funcional, que vem da falta de competência da escola em alfabetizar o aluno em letras, números e leitura do mundo. Por leitura do mundo não entendemos qualquer das teorias propaladas por certos educadores: trata-se, por exemplo, de a criança saber que cenoura não dá em supermercado, que energia é algo muito mais amplo do que corrente elétrica, que ser professor é profissão e não sacrifício, informações que abrem os horizontes da escola além das quatro paredes.

Claudia Costin quer alfabetizar os alunos no 1º ano e já coloca em prática seu plano no Rio de Janeiro. Recebemos "críticas" (entre aspas, pois crítica sem fundamento é papo furado) ao trabalho da Costin, dizendo que sua Educopédia é coisa de "futurista". Esclarecemos que o programa pedagógico da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro é amplo, muito bem estruturado e não se resume à Educopédia, que é aliás um dos instrumentos de trabalho. E falar do que não se conhece é coisa de gente sem nexo.

Comparando com a pretensão do governo federal, de ter todos os alunos alfabetizados no 3º ano, a proposta de Claudia Costin é admirável. Ela diz que "o Brasil tem pressa" e apresenta  sua estratégia. Leia seu artigo Os desafios da Educação clicando aqui.

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