Como identificar um bom professor

Este é o título do último artigo de Gustavo Ioschpe, finalmente alguém se preocupa em aprofundar o tema, que continua tabu. Fala-se timidamente em meritocracia, mas a sociedade ainda não está convencida da necessidade dessa estratégia na área educacional e muito menos se avança no quesito avaliação do professor. Nossa amiga Cremilda, a "voz de Deus", se saiu com uma de suas impagáveis definições: Professor merece a nota que dá e se reprova reprovado está. rsrs

Brincadeiras a parte, o assunto é muito sério, vale a pena conferir o artigo e discutir a questão. Você que já teve um bom professor, como o definiria?

Leia o artigo de Gustavo Ioschpe clicando aqui e mande seu relato.

Eu já vou dar minha contribuição: a professora que mais me marcou dava aula de alemão. Surpreendentemente, era uma alemã franzina e delicada, falava baixo e só com o olhar conseguia fascinar e manter tranquila uma turma de adolescentes bem "típicos". Para fazer uma comparação, o professor de inglês, que era um inglês bem fleumático, levava provocações diárias, a ponto de um dia termos atirado uma penca de livros ao chão  quando ele estava de costas, só pra ver sua reação... No entanto, ninguém se atrevia a piscar com a professora Ingrid. Ela entrava na sala e nos magnetizava com suas histórias sobre a vida na Alemanha. Sim, era disso que ela falava, com muitos detalhes e de forma que os relatos se apresentavam como filmes. Acredito que ela teve tanto êxito porque suas aulas tratavam da vida real e ela realmente gostava de ensinar. Ah, se aprendi alemão? Ja wohl!

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