
O post Por que os alunos não aprendem resultou numa polêmica de “bastidores”, para falar de uma forma simpática... Na verdade, recebemos diversos comentários impublicáveis, com palavras de baixo calão, “argumentando” que neste espaço só se fala mal da escola e do professor, sem nunca mostrar bons exemplos. Como sempre, diversos comentários nos convidaram a enfrentar uma sala de aula, rsrs.
Não estamos minimamente preocupados com as críticas nem com o baixo nível dos comentários, mas fazemos questão de mostrar que sempre publicamos bons exemplos de sucesso na rede pública. O problema é que eles não são seguidos! A maioria dos diretores de escola e dos professores, que efetivamente não fazem um bom trabalho (caso contrário os níveis educacionais não estariam tão baixos), gostam de “autonomia” e se sentem auto-suficientes. Assim, em lugar de procurar saber como trabalham seus colegas bem-sucedidos, os ignoram ou até criticam. Esse é o resultado de políticas públicas em que não existe curriculum unificado nem cobrança para os profissionais do ensino.
O pior de toda essa situação é que, além de não terem seu trabalho reconhecido, os bons profissionais são muitas vezes perseguidos pela maioria dos ruins, como você vai ver em alguns dos exemplos selecionados abaixo. E, finalmente, aviso aos navegantes: não existem “boas escolas públicas” no Brasil: existem, sim, como sempre dizemos, ótimos profissionais, mas todas as escolas públicas são falhas, pois não há garantia de continuidade, nem da direção escolar, nem da coordenação pedagógica, nem dos profissionais realmente habilitados. Por esse motivo, a qualidade é sempre flutuante, ano a ano. Essas, que costumam ser chamadas de escolas de elite, são na verdade excludentes, escolhem seus alunos e imitam as piores escolas particulares, exigindo a compra de uniformes (vendidos ilegalmente na própria escola), pedindo que as famílias contratem professores particulares para suprir às próprias falhas e expulsando os alunos indesejados.
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