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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

FELIZ EDUCAÇÃO EM 2013!

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Quando uma máquina pode substituir o professor

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O computador pode substituir o professor? A essa pergunta, o indiano Sugata Midra, professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, na Inglaterra e professor visitante do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, assim respondeu: Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque ele realmente merece ser substituído.



Leia a matéria sobre essa instigante colocação no site Educar para Crescer, clicando aqui. Não é de hoje que se fala da obsolescência do nosso sistema de ensino, mas pouco se faz no sentido de promover mudanças. Nossa escola continua querendo formar repetidores de informações, sem perceber que hoje o mais importante é compreender e saber avaliar essas informações. Nunca se falou tanto em analfabetismo funcional: a cópia e a decoreba são o primeiro passo para isso.

Alfabetizar no 1º ano: o salto de Claudia Costin

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Nunca é demais falar de Claudia Costin e do vertiginoso salto de qualidade da educação no município do Rio de Janeiro, onde é Secretária da Educação. Já lançamos aqui sua "candidatura" a Presidente da República, mas deixamos claro que não se trata de qualquer interesse político-partidário. Como sempre dizemos, nosso partido é o aluno e Claudia Costin parece ser, em todo o cenário nacional, a pessoa mais preparada e mais INTENCIONADA em realmente resolver esse que é o problema mais urgente do país: o analfabetismo funcional, que vem da falta de competência da escola em alfabetizar o aluno em letras, números e leitura do mundo. Por leitura do mundo não entendemos qualquer das teorias propaladas por certos educadores: trata-se, por exemplo, de a criança saber que cenoura não dá em supermercado, que energia é algo muito mais amplo do que corrente elétrica, que ser professor é profissão e não sacrifício, informações que abrem os horizontes da escola além das quatro paredes.
Claudi…

Mais verbas? Para quê? Para o ralo???

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Acompanhamos os gastos com educação - os famosos 25% do orçamento que já foram inclusive 30% aqui em São Paulo - há mais de duas décadas e podemos afirmar que até hoje essas verbas têm sido mal gastas, manipuladas ou até roubadas. A comprovação está no rendimento dos alunos que, no país inteiro, deixa muito a desejar. Salvo honrosas exceções, que porém não garantem a continuidade, a maioria dos estados e municípios brasileiros apresenta resultados medíocres ou até péssimos. Leia clicando aqui sobre nossa luta de mais de 20 anos.
Enquanto não houver uma política educacional unificada em nível nacional, focada no ALUNO e no APRENDIZADO, tudo vai continuar como está. E a luta por mais verbas vai continuar, pois essa é a única ladaínha que a sociedade "entende",  por não ter o hábito de refletir sobre o assunto. 
Já que muitos seguidores se cansam de textos longos e chatos, trazemos aqui um vídeo  rápido e bem explicativo do "Tio Sam", que se aplica perfeitamente também …

O que falta para a educação brasileira dar certo

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Leia este livro de Gustavo Ioschpe, clique aqui para assistir à sua entrevista na Band News e entenda que falta um projeto estratégico para a educação brasileira.

Delação na escola: quem recebe esse "prêmio"?...

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Está sendo travada na sociedade uma discussão sobre delação premiada A princípio, a delação só é "necessária" quando o "culpado" de algum crime não se identifica, seja por covardia, seja por estratégia. O prêmio só faz sentido se a delação for realizada por alguém já  condenado, com a promessa de ter a própria pena diminuída ao entregar algum cúmplice, evitando assim que esse continue cometendo crimes. A delação premiada é portanto instrumento de prevenção e não de vingança.

Diz o bom senso que as crianças devem ser orientadas a dizer a verdade  e a ter coragem de admitir os próprios erros.  Entretanto, em muitas escolas públicas de todo o país, a delação é estimulada como algo normal, apenas para "tirar da frente" problemas disciplinares que incomodam  a direção da escola.  Trata-se de uma espécie de vale-tudo, em que coloca-se colegas contra colegas a bel prazer pelos motivos mais banais, muitas vezes devidos à falta de supervisão dos alunos durante as a…

O que é pior: AULA VAGA ou aula ruim?...

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Por que  aula vaga  é  pior do que  aula  ruim? Pela lógica, ficar sem aulas poderia ser melhor do que receber aulas ruins. Afinal, a soma de aulas ruins arruína a vida escolar do aluno...
Entretanto, a observação mostra que as aulas do professor que falta muito costumam ser ainda piores do que as aulas ruins de professores que faltam menos. Por uma simples razão: se falta continuidade na sequência pedagógica, também fica difícil a avaliação do que o aluno aprendeu. Professor que falta muito não consegue manter a continuidade e precisa voltar aos assuntos mais vezes. A avaliação também é mais difícil, pois o que o aluno aprende hoje ele vai esquecer rapidamente, se não houver revisão. Tem mais: na hora da revisão, por onde começar?...
No final da década de 90 provocamos a mídia para fazer uma matéria sobre AULA VAGA, essa expressão ainda hoje proibida na rede pública, por caracterizar oferta irregular do ensino, que constitui crime. Na época, o PaisOnline havia lançado um formulário par…

Gustavo Ioschpe fala da educação brasileira: muito calor e pouca luz

Reserve uma hora do seu dia (ela dura mesmo 60 minutos) para ouvir atentamente essa entrevista do Gustavo Ioschpe e reflita a respeito das prioridades na educação brasileira. Você não precisa concordar "em gênero, número e grau", já que a unanimidade é burra, mas preste bastante atenção, pois a questão das prioridades é muito bem discutida neste bate-bapo descontraído, mas que aborda os pontos principais para uma análise do sistema de ensino no país.

Consideramos Gustavo Ioschpe uma espécie de "colaborador" do blog, pois já postamos e comentamos aqui muitos dos seus artigos e até recebemos dos nossos seguidores mensagens e comentários dirigidos a ele, o que mostra que alguns leitores o consideram "da casa".

O que chama a atenção no discurso do Gustavo é sua objetividade e coerência. Ele procura se basear em estudos e estatísticas, mostra números e percentagens e, quando é perguntado sobre algo que não pode mensurar, esclarece que se trata de opinião pessoal…

Penúltimo lugar! Cabe a quem?

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Muito "engraçado" esse cartaz, como aliás todas as imagens que se referem à falta de qualidade da educação: é sempre o aluno que leva a fama! Também quando se mostram as "pérolas" do enem, o aluno é que paga o mico. Quando será que alguém vai mostrar o "outro lado"? Até quando a figura do professor vai continuar intocável?